Quadro cênico Valsa nº 6, da obra de Nelson Rodrigues, com o ator Charles Rodrigues, sob direção de Júlio Vann

Valsa nº 6 é um monólogo e uma viagem pelo território da criação livre, do imponderável e, sobretudo, da pureza e da fragilidade. O texto é envolvente, desafiador e intrigante, razões que levaram o ator Charles Rodrigues a se entregar à obra de Nelson Rodrigues. O espetáculo encena conflitos existenciais, acentuados pela carga de dramaticidade.

Com este texto, Nelson Rodrigues, um dos dramaturgos mais polêmicos da cultura brasileira, entra no mundo de Sônia, uma adolescente de 15 anos, para desnudar-lhe a alma diante de sua história de vida, captando seus complexos, suas descobertas, seus desejos e pecados. A personagem entra, como um espectro, dentro de um emaranhado de fatos despedaçados que ele tenta destrinchar e montar como um quebra-cabeças, revivendo seu próprio assassinato.

Charles Rodrigues
O ator Charles Rodrigues é bacharel em Artes Visuais e Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Integrante da 1ª Turma de Bacharéis em Artes Cênicas do Estado de Goiás, já trabalhou com os diretores Paulo Vespúcio, Hugo Rodas e Marcos Fayad, além de Júlio Vann.
Entre outros espetáculos, Charles encenou Clownlhaço, juntamente com o ator Paulinho Pessoa. A propósito, foi a partir de uma pesquisa realizada por eles, em busca de seus clowns (palhaços), que surgiu a referência “clownlhaço”. Das discussões da classe teatral a respeito de qual seria a denominação certa, palhaço ou clown, quando este personagem é vivido por uma atriz ou ator, nasceu o espetáculo, com os personagens Clown e Lhaço.

Júlio Vann
Iniciou carreira teatral em 1966, na cidade de Araguari (MG), tendo participado, como ator, de várias peças infantis. Em 1976 mudou-se para o Rio de Janeiro, atuando em diversas montagens de teatro amador na Universidade Federal do Rio de Janeiro e no grupo teatral de Claudiomar Carvalhal, entre elas O Rei dos Mendigos, Auto dos 99% e Me conta um sonho!

Júlio Vann estreou no teatro profissional em 1980, com a peça infantil Viagem à Imaginação, de Ronaldo Ciambroni, com direção de Adhelmar de Oliveira. Em 1983 voltou para Araguari, onde foi diretor artístico do Teatro da Casa da Cultura. Em 1988 mudou-se para Goiânia, sendo assistente de direção de Marcos Fayad, do grupo Martim Cererê, até 1993. Participou dos espetáculos Martim Cererê, Cabaré Goiano, Danhõrê, Cabaret Brésilien, Pequenos Burgueses, Doces Vícios e Cerrado Celular.

Participou dos filmes Tropas e Boiadas, de Wilmar Ferraz, sobre a obra de Hugo de Carvalho Ramos; O Tronco, de João Batista de Andrade, baseado na obra de Bernardo Élis; Uma Vida em Segredo, de Suzana Amaral, e Espreita, de Eládio Garcia de Sá Telles.

Contato: Charles Rodrigues – 9945-5450
Júlio Vann – 249-0990 / 241-6022 / 212-5050.


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