Sucesso da I Feira de Livros do Estado de Goiás traz I Bienal do Livro
Promoção da Secretaria Estadual da Educação, Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico (Agepel) e apoio da UBE-GO (União Brasileira de Escritores, seção Goiás), a I Feira de Livros do Estado de Goiás funcionou das 9h às 22h, no Centro de Convenções e Cultura de Goiânia. Sucesso de público atraiu cerca de 40 mil pessoas, de todas as faixas etárias, deixando satisfeitos com as vendas todos os livreiros e editores que participaram dos 63 estandes montados no local.
A presença de renomados escritores nacionais como Ariano Suassuna, Moacyr Scliar, Gilberto Dimenstein, Fanny Abramovich, Gilberto Mendonça Teles, Marcel Souto Maior, Ziraldo, Pasquale Cipro Neto e outras atrações levam a crer que, como disse o governador Marconi Perillo, na abertura oficial do evento, ela pode representar a pré-Bienal do Livro em Goiás.
Público diversificado – A entrada franca propiciou a entrada de famílias completas que vieram folhear, comprar livros ou simplesmente conferir as atrações. Personalidades ilustres da vida cultura goiana, políticos, adultos, jovens e crianças se misturavam com estudantes uniformiza-dos, da rede pública estadual, abrangida pelas 38 Subsecretarias da Educação. Do ensino fundamental ou médio, vieram 800 alunos-dia. Até dos mais distantes municípios, como São Miguel do Araguaia ou Porangatu, os ônibus chegavam lotados. Os alunos que moravam mais distantes, receberam, além do transporte, alimentação, pernoites em hotel e bônus (de 6 a 10 reais) para adquirir livros. Também os professores, acompanhantes das turmas ou apenas visitantes, tiveram bônus e grandes descontos.
Estandes e Vendas – Os espaços destinados às editoras e livrarias somaram 63 estandes. Reuniram importantes editoras e livrarias nacionais e locais: Unesp, Scipione, Cortez, FTD, UFG, UCG, Kelps, Alternativa, Cultura Goiana etc. e as religiosas como a Vozes, Paulus e Federação Espírita. Um dos mais procurados estandes foi o da União Brasileira de Editores Universitários, devido os seus títulos não se encontrarem nas livrarias goianas.
Os encarregados ou responsáveis pelos 63 estandes foram unânimes em afirmar que estavam satisfeitos com a participação e com o montante das vendas, que os surpreendeu. Ricardo Silva (Scipione): “os bônus doados pelo governo foram um fator do aumento das minhas vendas, principalmente junto ao público infantil”.Gabriel Salinas, da Alternativa, afirmou: “Estou vendendo muito e espero vender mais ainda, depois das palestras do Pasquale Cipro Neto. Nos dois primeiros dias da Feira vendi mais do que em 10 dias na Feira Panamazônica do Livro, uma das maiores do Norte, sempre realizada em Belém. Na minha opinião esta Feira pode ser considerada uma pré-Bienal. Público e interesse, bem como bons negócios para o segmento não faltarão a uma bienal nacional”.
Café Literário – Quase uma ilha na Feira, aconchegante, o Café Literário foi responsável por uma boa vendagem de livros lançados pelos escritores goianos e confraternização geral da categoria. Dercy Denófrio França (Melhores poemas de Cora coralina) teve o seu livro, editado pela Global, bastante vendido, em conseqüência da homenagem prestada a Cora Coralina pelos organizadores da I Feira de Livros.
Estandes e Vendas – Os espaços destinados às editoras e livrarias somaram 63 estandes. Reuniram importantes editoras e livrarias nacionais e locais: Unesp, Scipione, Cortez, FTD, UFG, UCG, Kelps, Alternativa, Cultura Goiana etc. e as religiosas como a Vozes, Paulus e Federação Espírita. Um dos mais procurados estandes foi o da União Brasileira de Editores Universitários, devido os seus títulos não se encontrarem nas livrarias goianas.
Os encarregados ou responsáveis pelos 63 estandes foram unânimes em afirmar que estavam satisfeitos com a participação e com o montante das vendas, que os surpreendeu. Ricardo Silva (Scipione): “os bônus doados pelo governo foram um fator do aumento das minhas vendas, principalmente junto ao público infantil”.Gabriel Salinas, da Alternativa, afirmou: “Estou vendendo muito e espero vender mais ainda, depois das palestras do Pasquale Cipro Neto. Nos dois primeiros dias da Feira vendi mais do que em 10 dias na Feira Panamazônica do Livro, uma das maiores do Norte, sempre realizada em Belém. Na minha opinião esta Feira pode ser considerada uma pré-Bienal. Público e interesse, bem como bons negócios para o segmento não faltarão a uma bienal nacional”.
Café Literário – Quase uma ilha na Feira, aconchegante, o Café Literário foi responsável por uma boa vendagem de livros lançados pelos escritores goianos e confraternização geral da categoria. Dercy Denófrio França (Melhores poemas de Cora coralina) teve o seu livro, editado pela Global, bastante vendido, em conseqüência da homenagem prestada a Cora Coralina pelos organizadores da I Feira de Livros.
Palestras – Ariano Suassuna, Gilberto Dimenstein, Moacyr Scliar e Pasquale Cipro Neto foram os palestrantes mais esperados. Ziraldo, o pai do Menino Maluquinho, trouxe grande público e a tônica da sua fala foi a importância da leitura na vida das crianças. Marcel Souto Maior Ferreira (As duas vidas de Chico Xavier), mostrou-se um expert em doutrina espírita ao biografar jornalisticamente o médium de Uberaba. Fanny Abramovich, pedagoga e escritora, de São Paulo, autora de 47 títulos infantis e outros didáticos, manteve adultos e crianças encantados, presos às suas palavras. A historiadora goiana Mirian Bianca, da UFG, que coordenou o painel sobre O ensino de História de Goiás e Eliana Yunes, do Rio de Janeiro, que abordou o tema O livro e o seu contexto no século XXI agradaram muito.

Gilberto Dimenstein, Ariano Suassuna, Pasquale Cipro Neto, responsáveis pelos auditórios lotados

Um espaço todo especial para as crianças no Fazend'Arte |
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Fazend´Arte – As crianças receberam tratamento especial na I Feira de Livros do Estado de Goiás no espaço Fazend‘Arte. Trocaram armas de brinquedo por livros, receberam aulas de desenho, pintura e origami (dobradura de papel) nas oficinas, além de se divertirem nos brinquedos e prateleiras de livros. O Fazend'Arte deixou os pais à vontade para visitarem a Feira, além de recrear as crianças.
Outras estratégias foram montadas para divertir o público: palhaços, contadores de histórias, bandas, folclore, atrações musicais e a casa de Cora Coralina. O público jovem e infantil mostrou-se encantado. Muitos liam seus livros recém-adquiridos nas praças, bancos; outros discutiam preços, trocavam bônus ou se aglomeravam no restaurante, lanchonetes e sorveterias. Lucas Salomão, Sara Gonçalves e Jéssica, do Colégio Estadual Professor Geraldo Ribeiro, de Aparecida de Goiânia, liam juntos um livro e trocavam impressões sobre os personagens. Brenda Rodrigues, aluna do último ano do Ensino Médio de uma escola da rede particular, pertencente à classe média, estava com duas sacolas cheias de livros. Elogiou muito a I Feira e disse que ler era o seu maior prazer. Perguntada se o computador um dia substituiria o livro, foi rápida na resposta: “De jeito nenhum! Imagine ler no computador... É muito incômodo. Acho que aqueles que amam os livros preferem pegar, sentir e até cheirar. O livro faz a gente ligar uma telinha na cabeça, onde imaginamos a cara dos personagens, os lugares...” |